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sábado, 19 de fevereiro de 2011

Cisne Branco.

Tem nos olhos o pedido de socorro, está presa e a única barreira, ah, é ela mesma, claro!
Sente medo, sem saber direito qual a fonte.
Ora quer, ora desiste. Ela só não sabe direito pra onde ir.
Ela é sozinha e acha que assim já está bem acompanhada. No fundo ela é frágil,
suplica para que algo a liberte, quer suas asas, e quer também, aprender a voar.
Não é a mesma menina de antes, não sabe quem foi, que dirá, quem ira ser.
Ela quer ser perfeita, mesmo sabendo que é impossível, o que é perfeito para ela, deixa a desejar a outros, e sim, ela se preocupa com o que os outros vão pensar.
Ela é fria, na verdade, com o passar do tempo se tornou fria.
É agonizante a maneira com que se culpa.
Ela não queria descobrir o que havia por dentro dessa identidade forçadamente
imposta. Mas descobriu....

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